Danae

Danae
Klimt, Gustav
Mostrando postagens com marcador confidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador confidente. Mostrar todas as postagens

terça-feira, junho 17, 2008

Hay que enternecer, pero sin perder la dentadura jamás!


Três dias seguidos em casa e pronto; já troco o dia pela noite. Daí que as pessoas acham estranho e chato (e deve ser mesmo) o fato do celular ficar desligado por toda a manhã. Quem liga pra minha casa recebe da minha mãe a sonora noticia de que “ela está dormindo, vou acordar”.
- Dormindo a essa hora!? Tenha vergonha!
A essa altura se eu for dizer que fui dormir às 5h ou 6h da manhã vai soar como desculpa esfarrapada...
- Eu sou um vampiro, há há há...
Isso às vezes soa melhor.
Bem, as minhas aulas de lingüística aplicada e meu trabalho sobre blog fizeram com que eu passasse a dar ao meu próprio uma cara mais de diário. Enfim... Essa disciplina e a amaldiçoada da professora estão me dando um medo danado de reprovação. Nunca aconteceu isso em... todos os anos de faculdade. Nunca fiquei em 4ª prova e as reprovações que constam em meu triste currículo têm explicações bem plausíveis.
Eu só queria que a minha querida docente (¬¬) entendesse que a aula dela não me estimula e sinceramente, pra quem não tem mais esperanças sobre a educação elementar nos moldes em que se segue no Brasil, não há muito sentido estudar a aplicação de textos ao ensino de língua materna em sala de aula. Lindo! Admiro verdadeiramente quem crê e se dedica à educação, mas não possuo tal abnegação e realmente não quero possuir. Quero ter prazer no meu trabalho e a sala de aula me esgota, suga todas as minhas energias e não me retribui com nada que eu possa tirar proveito. É triste, mas é fato.
Meus trabalhos acadêmicos definitivamente estão se reproduzindo. Temo, qualquer hora dessas, encontrar no meu quarto alguma forma mutante fruto de uma fusão da lingüística com a história da língua portuguesa, meus post’s na net e os ofícios que tento digitar pra conseguir verba e finalmente conhecer São João del-Rei nas férias com o pessoal do curso de História (eu bem que mereço ir...)
Descobri hoje que meus planos de entrar como aluna especial da graduação em Ciências Sociais terão que ser adiados por um semestre. Isso mesmo! O novo e maravilhoso regulamento da minha universidade diz que o estudante não pode ingressar como aluno especial mesmo com todo o currículo da graduação anterior integralizado. Precisa ter o diploma e isso só lá pra outubro, novembro...
Muito produtivo um semestre inteiro em casa. Mais do que nunca preciso de um emprego.
Poucas palavras de uma ébria me fizeram muito bem agora de noite...
Ontem eu descobri que além do meu computador ter abortado o MSN ele também apagou todos os meus favoritos. Mas a vida é bela :D (¬¬)
Neste exato momento tento blogar e descubro que o site deve ter aproveitado a chuvinha e ido dormir, só pode.
Acho que vou fazer o mesmo.
04:12

domingo, maio 25, 2008

Do cinza às cores fortes


No momento algumas poucas e basilares coisas me atormentam:
O aniversário que já aponta ali na esquina. Há tão pouco tempo dezoito, daqui a três anos trinta. Nossa..
A formatura que está cada vez mais certa e inevitável. Ui! Sempre tive um medo terrível de crescer e querendo ou não, com a minha idade e um diploma... Vou nem perguntar o que fazer com o canudo pra não ouvir desaforo.
Ter que ir pra sala de aula pra poder pagar minhas contas. Eu definitivamente não quero fazer isso.
Quanto à presença da minha mãe na minha vida... Nem quero falar muito. Ela é meu melhor lugar, o único e verdadeiro amor abnegado que terei na minha vida. Não que eu ache que todo amor deva ser abnegado... É que eu ando acreditando que essa palavra ‘amor’ só se materializa no tocante a essa relação entre mãe e filho, o resto é balela.
Agora não é um medo, mas o maior dos desejos; quero conhecer o outro lado desse amor. Um misto de vontade avassaladora e medo paralisante... Quem sabe daqui pros trinta...

Carolina Miquelassi

sábado, março 15, 2008

Ela decidiu que, por enquanto, nunca mais vai gostar de alguém!

"Era como uma ausência quase que completa de sensações. Era enfim a inércia sensorial que tanto desejou. Mas porque então, nem mesmo assim, sentia-se bem? Será que nada seria capaz de lhe devolver a tranqüilidade?... Julgando saber o que fosse tranqüilidade.
Tentava não sentir tanta falta dos amigos e das pessoas que outrora desejava com doentia necessidade. Não que as tivesse esquecido ou não sentisse mais falta, só tentava não se importar. A precisão daquelas companhias a fazia possuidora de uma dor e uma profunda solidão por acreditar que seus minutos consigo mesma não importavam para ninguém, nem para si.
Por alguns dias conseguiu não ligar pra nada. Não ter as velhas necessidades, não esperar os contatos e telefonemas, passar as tardes sozinha e tudo isso quase sem chorar. No entanto seu processo de embrutecimento não estava concluído e já começava a notar algumas falhas de planejamento estrutural para executá-lo totalmente. A poesia (se é que havia mesmo existido) secara-lhe. As palavras sumiam antes de calarem-se por dentro. Sequer a cutucavam, empurrando-a para fora da cama de madrugada, como outrora. A madrugada! Seria pelo fato de agora estar tão exausta já no meio de seus dias que mal conseguia esperar pelo contato do corpo estendido e tenso no velho colchão de molas? Definitivamente faltava-lhe aquele ócio produtivo de que tanto falavam os mestres de literatura. O ócio do qual ela estava a fugir. Fugir de pensar para não sentir, não sentir para não pensar e com tudo isso não acontecendo ela também não escrevia mais.
Esse era o plano perfeito para não sofrer. Não sentir, não pensar, não escrever, não criar mais laços e não precisar mais de ninguém. Claramente que existia uma falha de execução nisso tudo. A menos que se isolasse por completo e isso não era ao menos provável, quanto mais possível de ser realizado no momento.
Estava habituada a gostar muito de algumas pessoas por algum tempo e depois esquecê-las, não se importando mais. Sempre fora assim e isso há tempos já havia deixado de incomodar. Não lutava mais contra a maneira com a qual os sentimentos se davam dentro dela. Acontece que também adquirira o terrível habito de se pensar. Se definir, ao menos um pouco, para poder ter uma breve noção não de quem era, mas de quem estava a ser naquele instante da definição. Ajudava um pouco a não se surpreender tanto com os julgamentos alheios, sempre tão diversos dos que se fazia. No fundo sempre soube que não suportava ver ninguém partir e sendo assim, algo dentro dela se despedia dos afetos antes que eles virassem-lhe as costas, algumas vezes sem sequer dizerem adeus. Foram tantas partidas, tantas saudades, tanta dor a lhe cortar a alma em tão finas postas que sentia que não podia mais. Via-se no limite, embora a realidade lhe desanimasse quanto a permanecer só, sabia que já não se tratava de mera escolha.
Tudo havia se agravado com um lampejo de lucidez que a fez deixar de crer nos mitos da infância. Descobriu só depois dos 25 que os romances eram coisa do cinema e dos livros. Foram muitas revelações em tão pouco tempo e sua sensibilidade protuberante não deixava nenhuma reação por menos. Não cria mais em muitas palavras. Percebia uma intenção oculta e controladora por trás de toda e qualquer definição de sentimento. Olhava para as pessoas a sua volta e notava claramente que ninguém partilhava dessas ‘revelações’. Todos ainda crédulos e felizes (ou não) e se não ao menos com a esperança dada pelas ilusões (essas sim compartilhadas). Se dissesse a eles porque tantos enlouqueceram e deram cabo de sua existência seria certamente chamada de louca e depressiva... Nenhuma originalidade nas alcunhas a ela dirigidas. Ria-se ao ver os outros julgando eternos seus instantes, mas após algum tempo já não havia graça. Nunca houve graça. Isso também era ilusão. Algo sempre a tocava por mais que se esquivasse. E as lágrimas derretiam sua convicção inabalável de não ter convicções e de não se deixar abalar. Nada mais a surpreendia. Nem as saudades, nem as paixões, nem as surpresas, nem os nadas da vida."

Carolina Miquelassi
02:08_15.03

sábado, setembro 29, 2007

É isso aí. Não me peça explicação se eu tô dizendo que chegou ao fim minha paixão. Não me pergunte quanto tempo pode durar... Em mim então, um ano ou um dia... (e lembre-se que houve inanição) Só não muda a intensidade... Mas no fim é tudo nuvem, chuva e terra molhada. Não se preocupe em me entender...
Não perca tempo tentando decorar o formato de uma nuvem, de uma bolha de sabão. Nem tente ter nada disso nas mãos... Por muito tempo.
Não me julgue. Leviana... Não sei. Inconstante!!!

Ai montanha russa... Amanhã, não sei o quê!

[Qualquer semelhança com a vida real é (ou não é) mera coincidência]

[01:10 / 29.09]

terça-feira, setembro 25, 2007

O último tango em Paris


// Meu corpo está exalando mais palavras em gestos inoperantes
que minha mente muda que muda a todo instante... Não sabe mais calar//
[14.09]
.
.
É uma vontade de não dizer que me toma.
Sensação de inutilidade em todas as coisas dizíveis.
Nada pior que palavras inúteis... Que sentimentos inúteis...
Nada pior?

Necessito-me calar.
Preciso de silêncio dentro de mim.
Venho buscando esse silêncio há tempos,
agora ele me cai como uma necessidade de ar.

faltadear...

Não estou encontrando final para nada do que escrevo...
Eu nunca soube mesmo terminar nada...




Quanto mais eu não digo mais as palavras falam dentro de mim.
Elas me surgem na hora em que me deito
como se para que eu (sempre eu) tivesse que fazer a escolha difícil,
levantar para não perde-las ou me deixar dominar pelo sono, pelo sono...?

[12:36 / 25.09]

sábado, setembro 15, 2007

Ao som d'O Teatro Mágico - O Anjo Mais Velho
.
.
Meu coração está explodindo em inúmeras sensações

novas,desconhecidas, reveladoras.
Portadoras e reveladoras de nenhuma verdade ou
segredo algum oculto no kósmos.
São estranhezas de mim. Sinto-me renovar.
Um ciclo, deve ser o ciclo do qual fala o horóscopo... No qual já não sei mais se creio.
.
As palavras estão perdendo o sentido.
Repita qualquer palavra muitas vezes, exaustivamente!
Não resta sentido.
Qualquer coisa deixa de ser o que era,
foi ou parecia ser...
Todos os significados me soam falsos e inconsistentes.
Falta-me fé ou falta poder de convencimento às palavras.
Tudo não passa de conceitos forjados em barro não cozido.
O constante sereno vai desfazendo a forma construída pelas mãos.
Um pouco mais de tempo e a forma já não é.
.
A palavra amor caiu de seu pedestal
assim como Deus, por mim, um dia,
foi destronada.
.
Amor pode ser criada, recriada, reinventada
reincorporada à nossa realidade ou necessidade
ou ser qualquer coisa que se queira que seja.
O amor não tem cara, nem cheiro, nem sexo
assim como Deus.
Portanto, Deus é aquilo que eu creio
e o amor pode ser também.
Sem regras criadas pelos homens,
sem obediência a ninguém.
.
.
Tudo é só o princípio de tudo.
“E o fim é belo incerto...”

terça-feira, agosto 28, 2007


Ok, eu precisava postar isso aqui.
Talvez você não faça idéia da importância que essa conversa teve pra mim ...
Pro meu dia, pra minha tarde, pro meu coração ...


>MiGuEl RuDe diz:
ia dizendo q é emo
>MiGuEl RuDe diz:
reclama demais pq é frouxa
>MiGuEl RuDe diz:
pedala carol!
(...)
>MiGuEl RuDe diz:
eu peço q galgue os degraus
>MiGuEl RuDe diz:
mas vc acha q elevador nunca vai dar defeito


Sou mesmo alguém que não sabe amar e que vive em busca de um amor de verdade mas que é pura invenção. Amor que nunca irei encontrar porque é puro fruto da minha cabeça. Melhor mesmo eu desistir... Ao menos por enquanto.
Sei que não é o que você me disse pra fazer, mas... Sou FROUXA!!!

sábado, agosto 25, 2007

quando não se sabe mais nada ...


A gente se acostuma com o que idealiza
e é difícil aceitar a realidade dos nossos sentimentos.
Quase não me conheço,
muito pouco sei de mim.
Me assusto e redescubro a cada instante.

Cada vez possuo menos convicções.

(...)

Não sei se me compreendes.
Que minha distancia é pra eu poder respirar.
Que tudo que evito é tudo que quero tocar
...


___________________________
“Eu tenho medo do inefável,
medo do que é instável,
medo do beijo que eu não dei (...)
medo, falhas, navalhas no espelho”

quinta-feira, agosto 16, 2007

... um pouco mais de paciência

Ô coisa doída é matar um sentimento!!!
A gente morre um bocado ...

Resta agora procurar onde ainda há vida aqui.


...

"mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
até quando o corpo pede um pouco mais de alma,
a vida não para"

segunda-feira, julho 30, 2007

"... e agora a chuva em meu rosto me faz chorar"

quarta-feira, julho 11, 2007

Carta de um breve adeus a uma breve (?) paixão.

Despeço-me aos poucos de meus sentimentos por você
Não entendo o porquê de gostar tanto de sentir isso ainda...
Aquela terrível sensação de estar perdendo algo fundamental,
de estar deixando algo que me fará eterna falta.
Fico sempre a me perguntar se sentirei tudo isso novamente.
Tenho medo, independente de qual for a resposta que o tempo venha me dar.
“Foi a última vez”, eu digo toda vez...
Foi nada demais “então pra quê chorar?
Quem está no fogo está pra se queimar, então pra quê chorar”

Despeço-me a cada palavra, a cada silêncio,
a cada lágrima que você não vê nem verá.
Perdi qualquer certeza que eu pudesse ter
acreditado possuir na minha vida.
Acho até bom não ter certezas.
Idéia louca que me bateu agora... E se você lesse isso?
Você lerá, porque resolvi agora que vou te mandar isso.
Sabe, num estou mais preocupada.
O que eu tenho a perder é o mesmo que tenho a ganhar...
Não sei como eu reagiria no seu lugar, não quero nem pensar nisso.
Tudo que escrevi nesse bendito blog
nos últimos muitos dias (alguns meses) tem sido pra você.
Não quero continuar com a certeza de que você não leu.
Não vai mudar nada.

Não sou criança como possa vir a parecer,
sou mulher e isso em matéria de coração partido
é imensamente mais drástico, pode acreditar.
Pode ser que se diga "como ela é boba, se iludiu porque quis,
eu nunca insinuei que corresponderia a todos esses sentimentos".
E eu com isso!?
Sempre soube... EU APENAS PRECISO DIZER EM LETRAS GARRAFAIS PRA VER SE ISSO SAI DE DENTRO DE MIM.
Não quero mais me esconder.
Só quero esgotar isso tudo.

“Quero lembrar de você até perder a memória”
Quero que termine já que não poderá viver.
Quero abortar esse feto natimorto que é meu ‘querer-bem’ por você.
Porque ele precisa do seu sangue pra viver,
mas este encontra-se temporariamente congelado não é mesmo...
Pense o que quiser e diga o que quiser
ou não pense e não diga nada se assim quiser.
Não apago minhas palavras nem os meus atos,
mas preferia apagar alguns sentimentos...
Não me entenda mal.
Ausento-me de mágoas, raiva ou algo semelhante.
Quero que permaneça apenar a ternura,
mas por enquanto há mais que isso...

Enquanto não posso mudar pra outro sistema solar
(ou enquanto meu coração não desiste)
eu fico por aqui desviando dos meus sentimentos inúteis
e das minhas vontades estéreis.

terça-feira, julho 03, 2007

Você entenderia se te contasse da minha saudade???
Se dissesse que meus dias têm sido uma espera, um desejar

e um tentar esquecer constantes???
Tenho uma certeza cortante que me diz que dentro da tua frieza

não encontrarei respostas.
Não sei como sair.
Não recordo por onde entrei...

"Turn, I'll turn this slowly 'round
Burn, burn to feel alive again"

segunda-feira, junho 25, 2007

Hoje ...

“Vontade de te abrigar em meu colo,
beijar suas pálpebras
e te embalar por um Tempo sem fim ...”

quinta-feira, junho 21, 2007

"Oh baby, como dói ser só...
Garoa!

Ainda me encanto ao ver meu
coração capaz de se encantar.
Ainda fico encantada como ele é capaz de querer.
Não mensuro mais nada.
Não preciso contar dias nem horas nem beijos...
Meu coração cresceu,
mas não deixou de ser criança.
Ai, como ele dói neste instante.
Como ele pode ainda doer nesse instante?
Como ele pode ainda doer e querer tanto?"


“It burns, burns, burns”

terça-feira, junho 19, 2007


.............................................
Assim como a praia,
eu me encho, preencho e esvazio,
vazio.
As ondas vêem, me beijam e se vão,
em vão?
Ficaram-me os sulcos na face, no peito,
desfeito.
Ficaram-me os pingos de mar,
de mar ...

Afoga teu fogo no colchão,
paixão.
Joga as cinzas da tua saudade na esquina,
tua sina!
...

Ponha as rimas no bolso
E chore a sua dor em verso branco.



[Carolina Miquelassi]
...........................................

domingo, junho 17, 2007

branco, preto e cinza, muito cinza.

Falta energia.
O que fazer no silêncio e na escuridão???
Pensar na vida torna-se inevitável.
Boa parte de tudo aquilo que nos distrai da
realidade está apagado.
Só há um lugar para o qual fugir: pra dentro.
Algumas crianças gritam na rua...
Falta de luz sempre é festa quando se é criança.
Mas eu não quero pensar.
Não agora que está tudo tão fresco.
Não é bom.
Não de TPM.
Então eu lembro do bendito mp3
(quase dois meses esperando pela caixinha
do correio e eu esqueço dele).
Música.
O que seria de mim sem esse gozo ...
E as músicas me fazem pensar no que

eu não quero, mas de forma diferente.
Quando a tristeza é muito grande
só podemos aceita-la em forma de arte.
Não vou pensar agora no que me aflige
porque me faltam pontos, virgulas e pingos nos “is”.
Que ironia.
Falta-me o TEMPO adequado pra sentir.


.~..~.~.~..~.~.~..~.~.~..~.~.~..~.~.~..~.~.~..~.~.~..~.~

"a vida é um parafuso sem fim

Que a cada volta
Aperta mais
E nunca afrouxa
Para trás
Só então saberás que
Desde o início eu já era assim

Você me dói agudo e isso é grave, grave"

[A outra volta do parafuso - Moska]

terça-feira, junho 12, 2007

Devoro uma latinha de moça fiesta beijinho...
Eu me devia algum prazer esta noite.

Agora, docinha por dentro...

FELIZ DIA DOS NAMORADOS
meu amor!!!

Onde quer que você esteja

Espero nos encontrarmos ainda...

quarta-feira, junho 06, 2007



"Nunca choramingue suas aflições pelo MSN.

Ninguém quer realmente saber, entende!?
Nunca mais se esqueça disso!!!

E outra, realmente deixa pra lá, esqueça.
A menos que você queira mesmo enlouquecer.

“Anjos nem sempre caem do céu”
--------------

Eu quero respirar fundo e voar,
Mas pra isso preciso me livrar da internet
e depois preciso não sentir falta dela... nem dele...
-------------

Cabeça vazia, oficina do Djabu!!!
-------------
Deixei até de falar da minha ida ao cinema e do filme que gostei... Tem também as jujubassssss, hummmmm...
Parte doce e colorida no meu dia cinza!!!"
-------------
Amor é bom anjo negro... e como!!!

domingo, maio 27, 2007

Nasci pra sentimentos e momentos arrebatadores,
intensos.
Nada morno.
Ou quente ou gelado.
Extremos.

Ou tudo ou nada.
Sofro com o meio termo.
O meio do caminho é o pior lugar pra mim.
A não ser que eu não sinta meus pés no chão.
Faça-me voar e me terá ao seu lado.
Deixe-me no chão e me terá voando, longe de você.

"- Essa menina é 8 ou 80...
- E quando bebe ela dança com as mãos.
- Essa menina olha esquisito,
como se quisesse ver por dentro.
- Ela realmente quer.
- O que ela realmente quer???"

Se ela soubesse...
Se ela dissesse...
Se ela quisesse...
Você talvez não acreditasse...



27.05
20:55

quarta-feira, maio 23, 2007

“Tudo me quieta, me suspende.”

"...estou sem ar...


Porque meu coração para na espera de algo que não vem???
Ainda quero que me ensinem a “ter o casco duro e o coração mole”

Estou desesperando-me.
Por vezes acho que perdi o rumo mais uma vez...

Sobretudo estou viva e ainda não sei qual saldo disso tudo.

Enterro as unhas na garganta para respirar... Me vem teu cheiro no primeiro sopro..."



http://www.youtube.com/watch?v=A_eBS0sjumw

~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~.~..~